Competências exigidas da liderança em gerenciamento de crise

 

Mediante as situações de crise, a liderança deve sempre agir rapidamente com medidas para resolver o problema ou diminuir o seu impacto tanto quanto possível. As soluções devem ser pensadas tanto para comunicar o público externo quanto interno.

O isolamento social é apenas mais um exemplo de como a liderança deve agir em meio a uma gestão de crises. Nesse caso, empresas buscam adaptar suas atividades e seu formato de trabalho, proteger seus colaboradores e manter os negócios ativos, além de definir planos de contingência, soluções para eventuais perdas de produtividade dos profissionais em home office, paralisar turnos e plantas, rever metas e projetos.

 

As novas competências exigidas pela liderança


O cenário atual desenvolvido na última década – onde lidamos com uma competição acirrada e mudanças drásticas na estrutura de trabalho – exige dos líderes competências como capacidade para tomada de decisão, comunicação, criatividade e resiliência. Entenda como cada uma das soft skills abaixo podem ser trabalhadas:

TOMADA DE DECISÃO

A demora para tomada de decisão pode levar uma empresa a falência. Não é recomendado pagar para ver até onde a situação pode levar ou quanto tempo irá durar, por isso é essencial uma ação imediata para tomada de decisão e gestão das pessoas e das atividades – sobretudo devido aos riscos eminente. É importante que o líder analise a estrutura da corporação para definir quem consegue atuar como um comitê de gestão de crises e qual área precisa de mais apoio.

CRIATIVIDADE

Quando falamos de inovação e disrupção não tem a ver com tecnologia, mas sim criar novos caminhos, passagens alternativas para driblar as crises que aparecem, já que a maioria das situações é inesperada e afeta ou a economia em geral, ou apenas as empresas. e o objetivo acaba sendo fazer com que as perdas sejam as menores possíveis.
Mais uma vez no contexto do isolamento social, nem todos podem trabalhar de casa, então as empresas devem criar maneiras de monitorar os colaboradores, seja através dos gestores ou da equipe de RH, de forma que os mantenha engajados com atividades da empresa, como treinamento de capacitação, revisão de planos estratégicos, alinhamento de expectativas e etc.

COMUNICAÇÃO

É importante que os líderes sejam claros, atualizem a equipe e abram o canal para comunicação com o seu time. Esta é a chance de ouvir ideias inovadoras de diferentes colaboradores, até mesmo dos não-líderes que podem surgir com saídas interessantes para a organização. e para isso vai ser exigido uma comunicação de forma fluida e transparente para que se possa alinhar às reuniões e tomadas de decisão. Deve-se também manter uma comunicação clara com todo os stakeholders da organização para que tomem consciência dos fatos e das ações de contingência sendo realizadas para empresa e suas possíveis consequências.


RESILIÊNCIA

Liderar é desenvolver resistência para passar desse período de forma otimista. O líder precisa ter maturidade emocional e é no caos que se formam novos líderes, que por vezes não estão no papel estipulado de liderança. Será necessário motivar, engajar e manter a equipe otimista em relação à crise, mesmo que esteja tão preocupado quanto os outros.

Quanto mais o mercado se torna competitivo e conectado, maior é o papel da liderança para estar a frente da sua empresa. Caso você ainda não saiba como agir mediante uma crise, nossa equipe de RH estratégico montou um guia para auxiliar a liderança nesse desafio.

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