Saiba o momento ideal para migração do regime tributário

O sucesso de uma empresa consiste em sua permanência no mercado em constante crescimento interno e externo. Para sobressair-se das mazelas que cercam o mercado corporativo e construir um longínquo caminho de crescimento, é necessário escolher o melhor regime tributário. No Brasil, hoje, existem três regimes tributários que podem funcionar dentro do seu negócio. Neste artigo, definimos cada um e também buscamos direcionar o seu planejamento para a implementação deles. Boa leitura!

Tudo o que você precisa saber sobre regime tributário

escolha de regime tributário

Escolher o melhor regime tributário e realizar a migração da empresa é um procedimento definitivo na saúde corporativa. Contudo, é uma ação que demanda atenção e olhar criterioso para atender todas as necessidades que chegam ou que são criadas na empresa. Erros na migração do regime tributário pode acarretar no pagamento de impostos que poderiam ser evitados.

Definição

Regime tributário abriga as normas que vão definir quais impostos sua empresa precisa pagar, bem como o correto período de cumprimento. Está dividido em três tipos que você verá no próximo tópico. O profissional responsável pela migração deve atentar-se aos mínimos detalhes empresariais (porte, área de atuação, rendimento, etc) para que a corporação não seja afetada em longo prazo.

Tipos

  • Lucro Real: este tipo de regime tributário é direcionado a empresas de grande porte. Aqui, a corporação deve arcar com o pagamento do Imposto de Renda e contribuição social. É comum de ser utilizado quando a empresa possui um grande volume de faturamento com outras companhias com margens de contribuição mais enxutas. De modo geral, deve-se analisar a diferença positiva da receita da venda e os gastos de operação oriundos de um período previamente determinado;
  • Lucro Presumido: todas as empresas podem se cadastrar, mas o faturamento anual não pode superar a marca de R$ 78 milhões. O cálculo para recolhimento de impostos depende da atividade da empresa, mas em todos os casos são inseridos na conta: ICMS, IPI, IR, Cofins, ISS, Contribuição Social e impostos PIS. Muito comum entre economistas, dentistas, etc;
  • Simples Nacional: a principal vantagem deste regime tributário é a agenda tributária com maior poder de controle. Neste, apenas empresas com receita de até R$4,8 milhões podem realizar a migração. O controle da tributação é mais controlado porque o número de alíquotas também é reduzido, contendo IPI, PIS, Cofins, CSLL, e alguns outros mais importantes.

Aplicação

A aplicação do regime tributário, na realidade, é o cálculo da tributação que deverá ser paga. No Simples Nacional, deve-se comparar as alíquotas aplicadas em cada cláusula relacionada ao segmento de trabalho. Já o Lucro Presumido consiste em uma média também retirada das alíquotas de impostos sobre os ramos previamente cadastrados.

E o MEI? Também é considerado um regime tributário?

O MEI, ou Microempreendedor Individual, é a oportunidade de transformar um prestador de serviços informal em profissional autônomo devidamente registrado e com CNPJ. Dentre os benefícios, estão inclusos: emissão de nota fiscal, linhas de crédito, auxílio gravidez/aposentadoria/doença, entre outros. Para se tornar um MEI, a empresa precisa de uma renda bruta de até R$60 mil por ano.

Você deve estar se perguntando o porquê que o MEI não foi incluso na lista dos regimes tributários acima. O motivo é que microempreendedores individuais recolhem tributação já inserida no Simples Nacional. A principal diferença é que o MEI fica isento de mais tributos fiscais federais como PIS, Cofins, CSLL, e outros. Portanto, é uma grande vantagem, porém já inserida e um regime tributário existente.

Qual é o momento certo para migração do regime tributário?

cálculo de regime tributário

Até aqui você já entendeu que escolher um regime tributário para sua empresa é extremamente necessário. Agora, como realizar a migração? Para isso, o Grupo Insigne reuniu abaixo, neste artigo, pontos que o seu negócio deve considerar antes e durante a migração. Atente-se para cada detalhe e evite os erros mais comuns entre os empresários.

Planejamento tributário

O planejamento dentro do regime tributário deve realizar a previsão da receita bruta, das despesas operacionais, margem de lucro e valor atribuído a despesas com empregados. Com as respostas, é possível seguir um direcionamento para arcar com o compromisso tributário da empresa.

Escolha do modelo

Agora é a hora de definir qual regime tributário melhor se enquadra com o seu modelo de negócio. De acordo com as regras de faturamento anual e outras possibilidades de movimentações, deve-se avaliar qual a empresa se enquadra de acordo com os números. A escolha assertiva inibe o negócio de pagar impostos inadequados ou a multa pela falta de contribuição com o que é necessário.

Manutenção

Uma empresa pode mudar do dia para a noite. Especialistas indicam a avaliação do regime tributário no início de cada ano. O motivo para isso também é a possibilidade constante de mudança no meio empresarial, seja para ascensão ou decadência. Em um mercado cada vez mais consumista e exigente, alinhar-se à realidade e contribuir religiosamente com a tributação imposta possibilita uma permanência saudável do negócio.

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Os profissionais do Grupo Insigne são especializados em, BPO Contábil e outras soluções que serão necessárias para a migração da sua empresa para um regime tributário adequado, como: BPO Fiscal e Tributário e Departamento Pessoal Consultivo.

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